The Maze Runner – A Cura Mortal

Hey pessoas!

Mais uma vez estamos aqui para falar de Maze Runner! – Uhuuuuuuuuul!!!

 Para quem tem nos acompanhado, começamos uma série de posts falando sobre as impressões de ler a saga The Maze Runner novamente. Quem anda comentando tudo por aqui com vocês, inclusive agora, é o Ands! – Obrigado. De nada u.u – E temos aqui a continuação com mais um livro. Se você ainda não leu os posts anteriores, ficou sem net, se isolou, bateu a cabeça no penico ou por algum outro motivo queria lembrar dos posts anteriores é só clicar em Correr ou Morrer ou Prova de Fogo e conferir. Bora pro post!

Capas TDC

As capas são maravilhosas! *-*

 A Cura Mortal é o terceiro livro da saga Maze Runner e encerra a trilogia. Isso mesmo, nesse livro temos o desfecho do que acontece aos Clareanos e ao CRUEL. Novamente nas instalações da organização, Thomas e os companheiros precisam mais uma vez arranjar uma forma de escapar, porém, uma coisa foi o deserto, causticante e até certo ponto “isolado”. Mas como é a situação entre a sociedade que sobreviveu à devastação causada pelas chamas solares? Será que depois de tantos fracassos e anos de violência e crueldade contra os próprios humanos, o CRUEL realmente merece continuar? Descubra a resposta a essas perguntas enquanto acompanha os acontecimentos ao redor de seus Clareanos favoritos, mas se prepare, o Fulgor está mais próximo do que você imagina e, cada leitor acabará encarando essa doença de uma perspectiva ainda mais arrasadora.

 Confesso que diferente das leituras anteriores, A Cura Mortal não conseguiu me fisgar nos primeiros capítulos. Acreditem, é tudo bastante devagar. Porém, sem previsão as coisas aceleram bastante e você se torna incapaz de largar o livro antes de ter conferido o conteúdo de todas as páginas. Foi o que aconteceu comigo, me fazendo devorar tudo em apenas dois dias – a leitura mais rápida desde que comecei a escrever minhas impressões aqui.

 A justificativa para isso está numa frase que James Dashner repete algumas vezes durante a narrativa e que, acredito eu, ser uma das que melhor descreve a situação em A Cura Mortal:

“A tensão era quase palpável.”

 É inegável! Como leitor, você sente a própria tensão ao seu redor enquanto viaja pelas páginas. Eu mesmo por vezes me pegava vidrado, com os batimentos um pouco acelerados e a respiração rápida.

 Não temos muita gente nova dessa vez, o que é bom, porque o ritmo acelerado e toda a expectativa com o clímax de tudo impediria bastante tirar proveito de alguém novo. Digamos que só aparece quem é realmente necessário. São várias as reviravoltas e não se engane, nunca conte com a segurança, nunca pense que finalmente acabou até que tenha lido tudo, pois quando as coisas parecem calmas e as chances de encrenca sejam improváveis, tio James esfrega os problemas na nossa fuça – verdade, ele sempre faz isso.

 E agora é hora dos SPOILERS!!! Continue apenas se já tiver lido antes.

Fanmade

Essa fanart é muito bem feita. Pena que a estreia não seja mais em 2017 😦

 Fiquei bastante angustiado até finalmente as coisas desenrolarem para a fulga de Thomas, Minho, Newt, Brenda e Jorge. Não aguentava mais os momentos deles dentro das instalações do CRUEL. Foi um alívio, mesmo que temporário, quando eles saíram. E nada como aquele choque básico ao encontrarem Gally vivo!!! – O que é isso produção?

 Mas é possível que o desafeto por ele vá embora. Entendemos melhor como o CRUEL manipulou o garoto até que seus propósitos na fase um tivessem sido cumpridos. Relembrar a morte de Chuck pode ser um pouco triste para quem se apegou ao personagem de “Correr ou Morrer“, assim como é para Thomas, toda vez que algo o faz pensar no amigo morto.

 Mais maligno que a própria organização, só o tio James mesmo que nos faz passar por vários sufocos. Thomas sendo capturado na lanchonete, o berg com o monitor mostrando Janson, Thomas sendo manipulado para que não retirem o chip de seu cérebro – quase morri nessa parte -, Newt desaparecendo do berg. É impossível citar todos os momentos, mas não é sem motivo que várias emoções nos aguardam nessa leitura.

 E falando em Newt…

Please, Tommy, please

Choremos até desidratar 😥

 Vermos Newt cedendo aos sintomas do Fulgor de forma tão rápida é devastador para qualquer um, especialmente àqueles que se apegaram ao melhor amigo de Thomas e Minho. – Até eu que gosto mais do Minho fiquei com um rombo no peito.

 Ver Newt transitar entre o humor imprevisível e a falta de compreensão sobre ele mesmo é bastante angustiante. Além de não conhecer exatamente os efeitos do Fulgor, a falta de lucidez praticamente impede que ele tenha compreensão da situação. Esse vai e vem constante nos faz sofrer internamente, como se assistíssemos alguém conhecido morrer aos poucos, até porque estamos acostumados com Newt desde o começo de tudo. Se somarmos então com o Palácio dos Cranks, as coisas pioram. O lugar é horrível, uma terra sem lei, gente jogada lá para morrer sem o mínimo de dignidade.

 Quando o grupo sai do salão de boliche deixando o amigo para trás é um dos pontos mais tristes. – Minho chorou, chorei junto! Socorrooooooo! – Mas nada comparado aos últimos momentos (como na fanart acima). Quando Thomas encontra Newt em Denver é simplesmente triste e desesperador. E finalmente ao se ver obrigado a matar o próprio amigo, antes que este seja completamente consumido pela doença (pedido que o próprio Newt faz)… É um luto para os leitores 😥 😥 😥

Capa TDC

Essa capa *-*

 Os últimos momentos são bem agitados. Thomas quase sendo cobaia do CRUEL novamente, e nós gritamos internamente para que ele consiga escapar antes que roubem seu cérebro. A volta ao labirinto dá um certo ar grandioso na saga, terminando onde tudo começou, foi uma ótima ideia. E depois a corrida contra o tempo enquanto as bombas explodem, foi digníssimo.

 Apenas um detalhe um pouco chato é a morte de Teresa. Não pelo fato dela ter morrido – até porque no último post deixei claro meu desafeto no que se refere a personagem, mas nada contra quem gosta -, porém, a forma como foi tudo narrado. Tudo bem que não era uma situação fácil, com tudo desabando ao redor, mas, se pensarmos que foi tão rápido. A menina simplesmente é esmagada, consegue falar uma pequena frase entrecortada e pronto, tchau. Não teve emoção, não houve nem tempo para assimilar a morte dela. – Complicado…

Ação

Um dia esse filme sai hahahaha

 O final pareceu bastante utópico. Uma grande área verde com vista para o mar, árvores frutíferas, aquele clima bem paradisíaco. A descrição é bastante vívida e imediatamente nossa mente idealiza basicamente uma paisagem perfeita. Um desfecho bem inesperado, ainda mais se pensarmos que foi Ava Paige, chanceler do CRUEL, que tornou possível a fuga do imunes para lá. Cabe a cada um dos leitores decidir pessoalmente se essa atitude compensou os erros da organização. Para vocês, CRUEL é bom?


 Sem mais comentários, esperamos que tenham não só curtido o post, mas se deliciado novamente por ler e relembrar A Cura Mortal. Lembrando que esse ano sairá “The Fever Code“! Então podem aproveitar nossos posts para estarem preparados quando o novo livro chegar. Ainda não acabamos, portanto, aguardem pelo próximo post. Por enquanto, ficamos por aqui.

 Bye!

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2 comentários sobre “The Maze Runner – A Cura Mortal

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